segunda-feira, 17 de maio de 2010

O Protagonismo Holandês em 2010

Caros amigos, o futebol às vezes nos prega peças. Quem diria que "refugos" do Real Madrid em 2009, seriam os principais astros de suas atuais equipes em 2010. Falo de Arjen Robben, meia-atacante do Bayern de Munique e Wesley Sneijder, meio campo da Internazzionale de Milão.

Após mais uma temporada ruim do tão falado e badalado Real Madrid, os dois foram postos à venda, num contexto de compra de mais um "galático", na época o brasileiro Kaká. Tão logo o "bambino d'oro" desembarcou no Bernabéu, os serviços dos craques foram dispensados.

Robben, meia canhoto que tem como característica a velocidade, o drible fácil e ultimamente o chute forte de longa distância, chegou à Alemanha como uma incógnita, pois após uma temporada cheia de lesões na fria Londres, quando defendia o Chelsea, fora contratado pelos madridistas com toda a pompa e de alguma forma frustrou as expectativas espanholas.
Mas na terra de Hitler, o holandês mostrou a que veio, com gols, dribles e a bola literalmente "grudando" nessa perna esquerda habilidosa. Ao lado de Ribéry, Thomas Müller e Olic formou um quarteto altamente ofensivo, que comandado por Louis van Gaal, conquistou a Alemanha, duas vezes (a Copa da Alemanha e a Bundesliga).

Sneijder, jogador de categoria, conduz a bola de cabeça levantada, como os legendários craques mundiais. Carregava a camisa branca número 10 nas costas. Bate faltas como ninguém. Na verdade, bola parada é com ele. Mas o Real nem quis saber. Tanto que agora a 10 do Real está nas costas de, de... Lass Diarra!?
Mas Sneijder agora veste outra 10. Imponente, com a habilidade e visão de jogo de sempre, mas respira outros ares. Diria ares milaneses, que o acolheram muito bem. Agora desfila o fino da bola na Inter de Milão, onde José Mourinho, inteligentíssimo como é, administra com maestria um elenco recheado de egos inflados, mas um grupo determinado, com certeza. Determinado a conquistar títulos: Copa da Itália e Campeonato Italiano.
O holandês municia com passes precisos uma dupla poderosa: Diego Milito e Samuel Eto'o. Mas também guarda bolas na rede dos adversários. Fatos que o credenciam a vestir outra 10 famosa, a da seleção da Holanda.

O que nos resta agora é esperar o sábado chegar, pois só um dos dois sairá vencedor do embate que irá parar o mundo: Bayern x Inter, direto de onde eles nunca deveriam ter saído, o estádio Santiago Bernabéu, em Madrid.

PS: Falando em holandeses no Real Madrid, Rafael van der Vaart fez um gol nesse fim de semana, o único da última partida deles na temporada. Seria um sinal? Só falta vendê-lo também.

sábado, 16 de janeiro de 2010

A Paixão Nacional Está de Volta

A partir de hoje, os principais campeonatos estaduais do país voltam à ativa. Como muitos times se reforçaram e outros mantiveram as principais estrelas, podemos ter a expectativa de melhores jogos em 2010 do que no ano passsado.

Adriano e Vágner Love no Flamengo, Dodô e Carlos Alberto no Vasco, Fred e Conca no Fluminense e "El Loco" Abreu e Herrera no Botafogo são as principais estrelas do Campeonato Carioca 2010, além de serem as duplas que irão aglutinar todas as esperanças dos torcedores cariocas numa boa campanha durante o ano. E ainda temos o renascimento do América, com a dupla Bebeto e Romário tabelando fora de campo, em busca de dias melhores para os diabos.

Em São Paulo, Corinthians (visando o centenário e a Libertadores) e São Paulo (que quer retomar a hegemonia no Brasil e no continente) montaram ótimos times. Palmeiras ainda busca uma peça de reposição para a saída de Love e o Santos praticamente remontou o elenco após a campanha mediana no Brasileirão 2009. Mas o Paulistão tem a vantagem de os times do interior também serem boas equipes, tendo assim a garantia de surpresas e zebras passeando durante o campeonato.

O Campeonato Mineiro segue com a sua sina de ser um torneio de dois times: Atlético e Cruzeiro. O Galo vem reforçado com o técnico top de linha Wanderley Luxemburgo e algumas contratações para complementar o grande elenco de 2009, como por exemplo Muriqui, destaque do Avaí. E a Raposa, manteve a equipe vice-campeã da Libertadores, com o "gladiador" Kléber querendo títulos e a aquisição das revelações Pedro Ken e Anderson Lessa.

E o Gauchão, vem com o seu tradicional caráter de disputa particular entre Grêmio e Inter. Os colorados, que vêm com o técnico internacional Jorge Fossati, querem ser campeões de tudo novamente, com um elenco fortíssimo. Enquanto isso, os gremistas se mexeram nos bastidores e possuem agora um quarteto fantástico ex-são paulino: Souza, Hugo, Leandro e Borges.

Como podemos ver, os quatro principais campeonatos estaduais do Brasil têm tudo para "bombar" esse ano. É esperar pra ver, seja ao vivo no estádio ou pela TV no sofá da sala.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Imprensa Capixaba Boa de Bola

Caros amigos, após algum tempo afastado deste blog, volto mais inspirado e ativo.

Ontem à noite, participei de uma pelada organizada pela AMAGES, Associação dos Magistrados do Espírito Santo, com a participação da comissão técnica do C.R. Vasco da Gama e profissionais da imprensa capixaba e carioca. Eram jogos de trinta minutos e foi muito interessante ver ex-profissionais em ação "in loco" e, ao mesmo tempo, interagir com eles.

Jorge Luiz, ex-zagueiro de Vasco e Botafogo, com uma vitalidade incrível. Carlos Germano, goleiro campeão brasileiro em 1997, jogando na linha e fazendo gols. Rodrigo Caetano, diretor de futebol do Vasco e também ex-jogador, numa correria só. E o técnico Wagner Mancini, aos 43 anos, dando show e botando muito garoto profissional do futebol capixaba no bolso.

Mas vamos aos fatos. No 1º jogo da noite, tivemos o confronto entre Vasco X AMAGES, onde a experiência vascaína, num primeiro momento se fez presente. Passes rápidos, muita vitalidade e lançamentos precisos eram o repertório que os espectadores viam e apaudiam. Aproveitei para parafrasear uma máxima futebolística para o Cleiton, magistrado que assistia o jogo ao meu lado: "Futebol é igual a andar de bicicleta, que sabe nunca esquece, mas existem alguns que fazem até manobras", relacionando a frase ao que os ex-profissionais faziam em campo.
O time da AMAGES, que joga junto há algum tempo, buscou o resultado e na humildade e entrosamento, acabou vencendo de virada por 4 x 3.

No 2º jogo, saíram os magistrados e entraram os profissionais da imprensa. Primeiramente os do RJ. Infelizmente, os meus colegas cariocas profissionais da caneta e papel, sem nenhuma experiência dentro das quatro linhas, foram presa fácil para os "cobras criadas" do Vasco. Levaram logo três gols e perderam o caminho de casa. Aos 15 minutos houve uma substituição total: saem os cariocas, entram os capixabas. Craques do jornalismo esportivo capixaba, como Jorge Félix (TV Gazeta) e Humberto Gomes (TV Capixaba) deram o ar da graça e abrilhantaram o evento. Participei como coadjuvante, dando passes e contribuindo ofensivamente. Mas não fomos páreo e também levamos três gols. Acabei deixando minha marca, com uma bomba no ângulo que arrancou aplausos dos presentes. Vasco 6 X 1 Imprensa ES/RJ.

No terceiro jogo do triangular, com os cruzmaltinos já campeões, houve um confronto histórico em terras capixabas. Um verdadeiro choque de titãs: Imprensa ES x Imprensa RJ. No início, o toque de bola envolvente do Espírito Santo ia fazendo estragos na defesa carioca. Resultado: 2 x 0 logo de cara. Mas o jogo foi tendo ares de decisão e o Rio de Janeiro correu atrás e conseguiu empatar a partida. Além disso, o ex-goleiro Carlos Germano, completou nosso escrete, contribuindo tanto na defesa quanto no ataque.
Após algumas trocas na liderança, nossa equipe, após dois gols de Jorge Félix e mais dois de Humberto Gomes, venceu, por 7 x 5.

É isso aí, depois teve aquela velha resenha, com churrasco e cerveja (como não bebo, fiquei tomando só água mineral). Uma grande evento, finalizado com um grande papo entre amigos é o que há.

Abraços a todos e até breve.

domingo, 19 de abril de 2009

Flamengo 1 X 0 Botafogo

Um sufoco, esse seria um nome exato para definir o jogo desta tarde, onde o Flamengo derrotou o Botafogo pelo placar mínimo. Mas o sufoco foi o glorioso que passou, pois a urubuzada, além de ter uma maior posse de bola durante todo o jogo, sobrevoou a área alvinegra diversas vezes, seja na bola parada ou nas jogadas de linha de fundo, por intemédio de Léo Moura, pela direita ou do Juan, pela esquerda do ataque.

Logo de cara, infelizmente, a promessa era de um jogo mau administrado, pois quem iria apitar o jogo era o árbitro Luiz Antônio Silva dos Santos, o vulgo "Índio", que já tinha feito uma lambança no clássico entre Flamengo e Vasco. A torcida ficava apreensiva a cada apito. Mas vamos ao jogo.

O jogo começou com o Flamengo tomando a iniciativa, indo pra cima com Kléberson e Ibson afinadíssimos e tendo com o Williams a velocidade necessária para a transição do meio campo para o ataque. Mas o Botafogo tinha Maicosuel, querendo brilhar mais uma vez e Vítor Simões em busca da artilharia da competição.

Na metade do primeiro tempo, Maicosuel manda uma bola na trave, chute esse que o goleiro Bruno não pegaria de jeito nenhum, apesar de já ter pulado atrasado. Apenas um lampejo do que seria um alvinegro lento e individualista, tendo em Reinaldo o exemplo de falta de vontade de jogar futebol.

No segundo tempo, os dois times voltaram ao mesmo patamar do início, com o Flamengo pressionando e o Botafogo atacando nos contra-ataques, puxados por Vítor Simões e Maicosuel. Porem, aos 17 minutos, o placar moral vira placar real. Juan cobrou falta pela ponta esquerda, Ronaldo Angelin cabeceou pro meio da área e o zagueiro Émerson jogou contra o patrimônio: 1 X 0 no placar e festa na metade vermelha e preta das arquibancadas.

O técnico Ney Franco faz duas alterações, que não resultam em muita coisa e ainda recebe um golpe que rechaçaria as suas aspirações no restante do jogo, pois Thiaguinho foi expulso após falhar no tempo da bola e parar Juan com falta na ponta da grande área.
Depois disso, com um homem a menos, o Botafogo até tentou, mas quem abusou dos contra atques foi o Flamengo, que com as entradas de Erick Flores, Toró e Josiel, adquiriu mais ofensividade e velocidade ao mesmo tempo em que administrava o resultado.

Ao final do jogo, foi só comemoração por parte dos flamenguistas, que tiveram em seu capitão, Fábio Luciano, a inspiração necessária para essa apresentação valorosa e de quebra, dando uma sobrevida à carreira dele, oferecendo mais dois jogos para a despedida do ídolo da torcida rubro-negra.

Resta aos botafoguenses, refletir sobre os erros cometidos e treinar durante a semana para buscar o título perdido hoje nesse tira-teima em duas partidas, a partir de domingo que vem.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

De Olho no Kiesa


A Ascensão do Americano de Campos no Campeonato Carioca de 2009 passa pelos pés de um jogador desconhecido do grande público, o atacante Kiesa. Ele se destacou pela Desportiva Capixaba em 2008, na Copa Espírito Santo, aliando velocidade e oportunismo. À convite do ex-técnico do Serra, Paulo Marcos, ele desembarcou no Rio de Janeiro em busca de dias melhores.

Autor de dois gols e três assistências no Cariocão 2009, Kiesa se credencia para a seleção do primeiro turno e quem sabe levar o Americano às fases finais do turno e returno do certame.

Mais um capixaba, revelado em uma eqipe do estado, pode brilhar no futebol carioca, semelhante a Geovani, Sávio e atuualmente Faióli. Olho nele, pessoal.

domingo, 1 de fevereiro de 2009

Depois Reclamam que os Estádios Estão Vazios

Olá amigos.
Venho com um assunto muito pertinente e que é pouco ou quase não é discutido nos meios de comunicação de massa atuais: por que os eventos futebolísticos exibidos na TV começam tão tarde?

Vejamos, os jogos dos campeonatos estaduais de futebol que são exibidos na TV, começam que horas? Infelizmente, começam às 22:00.
Os torcedores, que vão aos estádios prestigiar os seus times e gerar renda para os mesmos, não merecem assistir, ao vivo, partidas nesse horário, sejam elas quais forem. Além da violência, que assola nosso país, ser mais sentida na calada da noite, poderá faltar condução para o torcedor, pois muitas linhas de ônibus só trafegam até a meia-noite (horário em que o jogo termina) e a maioria da população não possui carro próprio para ir aos estádios e voltar pra casa.

Às vezes fico me perguntando, por que fazem isso com os torcedores? Não são eles que, ao lado dos jogadores, dão o show que vemos pela televisão? Então por que maltratar essas pessoas?
Infelizmente, só temos um lado para acusar: a emissora detentora dos direitos de transmissão dos jogos.

Vamos por partes. No início da década de 90, quando os jogos começaram a ser transmitidos na TV à noite e no meio da semana, os jogos iniciavam às 20:30. Um horário bem acessível à todos. Várias emissoras transmitiam os jogos e havia possibilidade de escolha de qual jogo assistir.
Com o passar do tempo e a queda de rendimento (R$) de algumas emissoras, a famigerada CBF iniciou o "Monopólio Televisivo do Futebol", aumentando o preço dos direitos de transmissão e cedendo os mesmos à apenas uma emissora que começou a fazer o que bem entendia com o horário das exibições.
Com isso, os jogos do meio de semana passaram a ser exibidos às 21:30, depois da "Novela das 8", que das 8 não tinha nada, pois naquela época já começava às 20:30.
A partir dos anos 2000, os jogos foram só ficando pra mais tarde, iniciando às 21:45, 21:50, 21:55 e atualmente às 22:00, pois a "audiência" estava sendo condicionada lentamente a ficar acordada até mais tarde.

Tendo os fatos expostos acima, o jeito é torcer para que num futuro próximo, a emissora que obtiver os direitos de transmissão dos jogos tenha um pouco mais de compaixão com os torcedores das arquibancadas, que, faça chuva ou faça sol, sempre estarão nos estádios, gritando e incentivando a sua paixão, o seu time do coração.

domingo, 25 de janeiro de 2009

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Elogios ao Árbitro

A primeira rodada do Campeonato Paulista já produziu, além de belos lances e gols de oportunismo, uma situação até certo ponto inusitada e incomum no cenário futebolístico brasileiro.

Num cenário onde as câmeras colocam no mesmo nível erros humanamente possíveis e equívocos grosseiros na arbitragem, a atitude do jogador Rafael Fefo, do Guarani, foi louvável.

Num determinado momento do segundo tempo do jogo Guarani X Portuguesa, realizado no estádio Brinco de Ouro da Princesa, em Campinas, os jogadores Rafael Fefo, do Bugre campineiro e Fellype Gabriel, da Lusa, disputaram uma bola no alto e ambos caíram. O jogador alviverde levantou-se primeiro e desferiu um chute na bola que acertou o jogador da Portuguesa e saiu de campo.
O árbitro Cléber Wellington Abade, interpretou como um lance de força desproporcional do jogador campineiro e que poderia comprometer a integridade física do atleta luso. E ainda puniu o jogador com cartão amarelo.

Ao final da partida, o jogador Rafael Fefo foi indagado por um repórter sobre a atitude do árbitro em relação ao lance em questão e o mesmo foi enfático: "Concordo com a decisão dele. Realmente eu me excedi e não devia ter cometido o que fiz."

Porque será que ninguém do jornalismo esportivo especializado sequer fez menção em elogiar essa atitude do juiz do espetáculo?

Talvez já estejam tão acostumados a colocá-los num patamar tão baixo, que situações como essa chegam a passar batidas. Mas vale à pena ressaltar que não foi um comentarista que fez o elogio e sim o jogador que participou ativamente do fato descrito acima.

Bela atitude, tanto do árbitro quanto do atleta. É um comportamento desse tipo que pode ajudar a elevar o nível do espetáculo mais visto no mundo, o futebol.

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Erros de Português?

Hoje ao assistir uma reportagem sobre o Botafogo no programa Bate-Bola da ESPN Brasil, pude observar e me espantar como até alguns técnicos de futebol estão no mesmo nível intelectual de muitos jogadores do esporte bretão.

Quando o repórter Rubens Pozzi fez uma pergunta ao técnico do botafogo, Ney Franco, o mesmo enquanto respondia, soltou essa: "... a gente estamos ...". (O certo seria "nós estamos").

Fala sério né gente, acho que pelo menos os técnicos deveriam se policiar para não cometer gafes como essa e manchar ainda mais a profissão. Além disso, se o comandante não souber se expressar, como os comandados seguirão as instruções à risca. (Talvez seja por isso que muitos jogadores desobedecem os técnicos em campo).

Geralmente são os jogadores que, infelizmente, tem essa fama de serem, digamos assim "limitados" intelectualmente e até fogem das entrevistas para não cometer nenhum erro.

Mas temos algumas excessões, como o goleiro Rogério Ceni do São Paulo, o atacante Alan Kardec do Vasco e mais alguns jogadores mais abastados quando o assunto é eloquência verbal. (Vejam algumas entrevistas deles e tirem suas conclusões).

Abraços

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

ANO NOVO ESPORTIVO

É isso aí, minha gente. O reveillón já passou, a comida acabou, a bebida secou e o mundo continua girando. Vida que segue, são muitas as expectativas que movimentam o futebol no Brasil e no mundo. E muitas incógnitas também.

Será que o Amauri(Juventus-ITA) vai jogar na seleção brasileira ou na italiana?
Qual será o próximo jogador brasileiro que irá jogar na Europa? Ou no Qatar?
Dunga ainda será o técnico da seleção brasileira no final de 2009?
E as transferências internas? Qualclube brasileiro irá se reforçar melhor para a temporada que se inicia?

São muita dúvidas na cabeça do torcedor, mas uma certeza: esse ano haverá muita bola na rede, com jogadas maravilhosas e lances de craque. Claro que também haverão as famosas "pixotadas", mas o futebol não vive sem esses contrastes que abrilhantam cada vez mais o nosso esporte bretão.

2008 já passou e o último que sair apague a luz.