Caros amigos, o futebol às vezes nos prega peças. Quem diria que "refugos" do Real Madrid em 2009, seriam os principais astros de suas atuais equipes em 2010. Falo de Arjen Robben, meia-atacante do Bayern de Munique e Wesley Sneijder, meio campo da Internazzionale de Milão.
Após mais uma temporada ruim do tão falado e badalado Real Madrid, os dois foram postos à venda, num contexto de compra de mais um "galático", na época o brasileiro Kaká. Tão logo o "bambino d'oro" desembarcou no Bernabéu, os serviços dos craques foram dispensados.
Robben, meia canhoto que tem como característica a velocidade, o drible fácil e ultimamente o chute forte de longa distância, chegou à Alemanha como uma incógnita, pois após uma temporada cheia de lesões na fria Londres, quando defendia o Chelsea, fora contratado pelos madridistas com toda a pompa e de alguma forma frustrou as expectativas espanholas.
Mas na terra de Hitler, o holandês mostrou a que veio, com gols, dribles e a bola literalmente "grudando" nessa perna esquerda habilidosa. Ao lado de Ribéry, Thomas Müller e Olic formou um quarteto altamente ofensivo, que comandado por Louis van Gaal, conquistou a Alemanha, duas vezes (a Copa da Alemanha e a Bundesliga).
Sneijder, jogador de categoria, conduz a bola de cabeça levantada, como os legendários craques mundiais. Carregava a camisa branca número 10 nas costas. Bate faltas como ninguém. Na verdade, bola parada é com ele. Mas o Real nem quis saber. Tanto que agora a 10 do Real está nas costas de, de... Lass Diarra!?
Mas Sneijder agora veste outra 10. Imponente, com a habilidade e visão de jogo de sempre, mas respira outros ares. Diria ares milaneses, que o acolheram muito bem. Agora desfila o fino da bola na Inter de Milão, onde José Mourinho, inteligentíssimo como é, administra com maestria um elenco recheado de egos inflados, mas um grupo determinado, com certeza. Determinado a conquistar títulos: Copa da Itália e Campeonato Italiano.
O holandês municia com passes precisos uma dupla poderosa: Diego Milito e Samuel Eto'o. Mas também guarda bolas na rede dos adversários. Fatos que o credenciam a vestir outra 10 famosa, a da seleção da Holanda.
O que nos resta agora é esperar o sábado chegar, pois só um dos dois sairá vencedor do embate que irá parar o mundo: Bayern x Inter, direto de onde eles nunca deveriam ter saído, o estádio Santiago Bernabéu, em Madrid.
PS: Falando em holandeses no Real Madrid, Rafael van der Vaart fez um gol nesse fim de semana, o único da última partida deles na temporada. Seria um sinal? Só falta vendê-lo também.
segunda-feira, 17 de maio de 2010
sábado, 16 de janeiro de 2010
A Paixão Nacional Está de Volta
A partir de hoje, os principais campeonatos estaduais do país voltam à ativa. Como muitos times se reforçaram e outros mantiveram as principais estrelas, podemos ter a expectativa de melhores jogos em 2010 do que no ano passsado.
Adriano e Vágner Love no Flamengo, Dodô e Carlos Alberto no Vasco, Fred e Conca no Fluminense e "El Loco" Abreu e Herrera no Botafogo são as principais estrelas do Campeonato Carioca 2010, além de serem as duplas que irão aglutinar todas as esperanças dos torcedores cariocas numa boa campanha durante o ano. E ainda temos o renascimento do América, com a dupla Bebeto e Romário tabelando fora de campo, em busca de dias melhores para os diabos.
Em São Paulo, Corinthians (visando o centenário e a Libertadores) e São Paulo (que quer retomar a hegemonia no Brasil e no continente) montaram ótimos times. Palmeiras ainda busca uma peça de reposição para a saída de Love e o Santos praticamente remontou o elenco após a campanha mediana no Brasileirão 2009. Mas o Paulistão tem a vantagem de os times do interior também serem boas equipes, tendo assim a garantia de surpresas e zebras passeando durante o campeonato.
O Campeonato Mineiro segue com a sua sina de ser um torneio de dois times: Atlético e Cruzeiro. O Galo vem reforçado com o técnico top de linha Wanderley Luxemburgo e algumas contratações para complementar o grande elenco de 2009, como por exemplo Muriqui, destaque do Avaí. E a Raposa, manteve a equipe vice-campeã da Libertadores, com o "gladiador" Kléber querendo títulos e a aquisição das revelações Pedro Ken e Anderson Lessa.
E o Gauchão, vem com o seu tradicional caráter de disputa particular entre Grêmio e Inter. Os colorados, que vêm com o técnico internacional Jorge Fossati, querem ser campeões de tudo novamente, com um elenco fortíssimo. Enquanto isso, os gremistas se mexeram nos bastidores e possuem agora um quarteto fantástico ex-são paulino: Souza, Hugo, Leandro e Borges.
Como podemos ver, os quatro principais campeonatos estaduais do Brasil têm tudo para "bombar" esse ano. É esperar pra ver, seja ao vivo no estádio ou pela TV no sofá da sala.
Adriano e Vágner Love no Flamengo, Dodô e Carlos Alberto no Vasco, Fred e Conca no Fluminense e "El Loco" Abreu e Herrera no Botafogo são as principais estrelas do Campeonato Carioca 2010, além de serem as duplas que irão aglutinar todas as esperanças dos torcedores cariocas numa boa campanha durante o ano. E ainda temos o renascimento do América, com a dupla Bebeto e Romário tabelando fora de campo, em busca de dias melhores para os diabos.
Em São Paulo, Corinthians (visando o centenário e a Libertadores) e São Paulo (que quer retomar a hegemonia no Brasil e no continente) montaram ótimos times. Palmeiras ainda busca uma peça de reposição para a saída de Love e o Santos praticamente remontou o elenco após a campanha mediana no Brasileirão 2009. Mas o Paulistão tem a vantagem de os times do interior também serem boas equipes, tendo assim a garantia de surpresas e zebras passeando durante o campeonato.
O Campeonato Mineiro segue com a sua sina de ser um torneio de dois times: Atlético e Cruzeiro. O Galo vem reforçado com o técnico top de linha Wanderley Luxemburgo e algumas contratações para complementar o grande elenco de 2009, como por exemplo Muriqui, destaque do Avaí. E a Raposa, manteve a equipe vice-campeã da Libertadores, com o "gladiador" Kléber querendo títulos e a aquisição das revelações Pedro Ken e Anderson Lessa.
E o Gauchão, vem com o seu tradicional caráter de disputa particular entre Grêmio e Inter. Os colorados, que vêm com o técnico internacional Jorge Fossati, querem ser campeões de tudo novamente, com um elenco fortíssimo. Enquanto isso, os gremistas se mexeram nos bastidores e possuem agora um quarteto fantástico ex-são paulino: Souza, Hugo, Leandro e Borges.
Como podemos ver, os quatro principais campeonatos estaduais do Brasil têm tudo para "bombar" esse ano. É esperar pra ver, seja ao vivo no estádio ou pela TV no sofá da sala.
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
Imprensa Capixaba Boa de Bola
Caros amigos, após algum tempo afastado deste blog, volto mais inspirado e ativo.
Ontem à noite, participei de uma pelada organizada pela AMAGES, Associação dos Magistrados do Espírito Santo, com a participação da comissão técnica do C.R. Vasco da Gama e profissionais da imprensa capixaba e carioca. Eram jogos de trinta minutos e foi muito interessante ver ex-profissionais em ação "in loco" e, ao mesmo tempo, interagir com eles.
Jorge Luiz, ex-zagueiro de Vasco e Botafogo, com uma vitalidade incrível. Carlos Germano, goleiro campeão brasileiro em 1997, jogando na linha e fazendo gols. Rodrigo Caetano, diretor de futebol do Vasco e também ex-jogador, numa correria só. E o técnico Wagner Mancini, aos 43 anos, dando show e botando muito garoto profissional do futebol capixaba no bolso.
Mas vamos aos fatos. No 1º jogo da noite, tivemos o confronto entre Vasco X AMAGES, onde a experiência vascaína, num primeiro momento se fez presente. Passes rápidos, muita vitalidade e lançamentos precisos eram o repertório que os espectadores viam e apaudiam. Aproveitei para parafrasear uma máxima futebolística para o Cleiton, magistrado que assistia o jogo ao meu lado: "Futebol é igual a andar de bicicleta, que sabe nunca esquece, mas existem alguns que fazem até manobras", relacionando a frase ao que os ex-profissionais faziam em campo.
O time da AMAGES, que joga junto há algum tempo, buscou o resultado e na humildade e entrosamento, acabou vencendo de virada por 4 x 3.
No 2º jogo, saíram os magistrados e entraram os profissionais da imprensa. Primeiramente os do RJ. Infelizmente, os meus colegas cariocas profissionais da caneta e papel, sem nenhuma experiência dentro das quatro linhas, foram presa fácil para os "cobras criadas" do Vasco. Levaram logo três gols e perderam o caminho de casa. Aos 15 minutos houve uma substituição total: saem os cariocas, entram os capixabas. Craques do jornalismo esportivo capixaba, como Jorge Félix (TV Gazeta) e Humberto Gomes (TV Capixaba) deram o ar da graça e abrilhantaram o evento. Participei como coadjuvante, dando passes e contribuindo ofensivamente. Mas não fomos páreo e também levamos três gols. Acabei deixando minha marca, com uma bomba no ângulo que arrancou aplausos dos presentes. Vasco 6 X 1 Imprensa ES/RJ.
No terceiro jogo do triangular, com os cruzmaltinos já campeões, houve um confronto histórico em terras capixabas. Um verdadeiro choque de titãs: Imprensa ES x Imprensa RJ. No início, o toque de bola envolvente do Espírito Santo ia fazendo estragos na defesa carioca. Resultado: 2 x 0 logo de cara. Mas o jogo foi tendo ares de decisão e o Rio de Janeiro correu atrás e conseguiu empatar a partida. Além disso, o ex-goleiro Carlos Germano, completou nosso escrete, contribuindo tanto na defesa quanto no ataque.
Após algumas trocas na liderança, nossa equipe, após dois gols de Jorge Félix e mais dois de Humberto Gomes, venceu, por 7 x 5.
É isso aí, depois teve aquela velha resenha, com churrasco e cerveja (como não bebo, fiquei tomando só água mineral). Uma grande evento, finalizado com um grande papo entre amigos é o que há.
Abraços a todos e até breve.
Ontem à noite, participei de uma pelada organizada pela AMAGES, Associação dos Magistrados do Espírito Santo, com a participação da comissão técnica do C.R. Vasco da Gama e profissionais da imprensa capixaba e carioca. Eram jogos de trinta minutos e foi muito interessante ver ex-profissionais em ação "in loco" e, ao mesmo tempo, interagir com eles.
Jorge Luiz, ex-zagueiro de Vasco e Botafogo, com uma vitalidade incrível. Carlos Germano, goleiro campeão brasileiro em 1997, jogando na linha e fazendo gols. Rodrigo Caetano, diretor de futebol do Vasco e também ex-jogador, numa correria só. E o técnico Wagner Mancini, aos 43 anos, dando show e botando muito garoto profissional do futebol capixaba no bolso.
Mas vamos aos fatos. No 1º jogo da noite, tivemos o confronto entre Vasco X AMAGES, onde a experiência vascaína, num primeiro momento se fez presente. Passes rápidos, muita vitalidade e lançamentos precisos eram o repertório que os espectadores viam e apaudiam. Aproveitei para parafrasear uma máxima futebolística para o Cleiton, magistrado que assistia o jogo ao meu lado: "Futebol é igual a andar de bicicleta, que sabe nunca esquece, mas existem alguns que fazem até manobras", relacionando a frase ao que os ex-profissionais faziam em campo.
O time da AMAGES, que joga junto há algum tempo, buscou o resultado e na humildade e entrosamento, acabou vencendo de virada por 4 x 3.
No 2º jogo, saíram os magistrados e entraram os profissionais da imprensa. Primeiramente os do RJ. Infelizmente, os meus colegas cariocas profissionais da caneta e papel, sem nenhuma experiência dentro das quatro linhas, foram presa fácil para os "cobras criadas" do Vasco. Levaram logo três gols e perderam o caminho de casa. Aos 15 minutos houve uma substituição total: saem os cariocas, entram os capixabas. Craques do jornalismo esportivo capixaba, como Jorge Félix (TV Gazeta) e Humberto Gomes (TV Capixaba) deram o ar da graça e abrilhantaram o evento. Participei como coadjuvante, dando passes e contribuindo ofensivamente. Mas não fomos páreo e também levamos três gols. Acabei deixando minha marca, com uma bomba no ângulo que arrancou aplausos dos presentes. Vasco 6 X 1 Imprensa ES/RJ.
No terceiro jogo do triangular, com os cruzmaltinos já campeões, houve um confronto histórico em terras capixabas. Um verdadeiro choque de titãs: Imprensa ES x Imprensa RJ. No início, o toque de bola envolvente do Espírito Santo ia fazendo estragos na defesa carioca. Resultado: 2 x 0 logo de cara. Mas o jogo foi tendo ares de decisão e o Rio de Janeiro correu atrás e conseguiu empatar a partida. Além disso, o ex-goleiro Carlos Germano, completou nosso escrete, contribuindo tanto na defesa quanto no ataque.
Após algumas trocas na liderança, nossa equipe, após dois gols de Jorge Félix e mais dois de Humberto Gomes, venceu, por 7 x 5.
É isso aí, depois teve aquela velha resenha, com churrasco e cerveja (como não bebo, fiquei tomando só água mineral). Uma grande evento, finalizado com um grande papo entre amigos é o que há.
Abraços a todos e até breve.
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