Grande amigos. Estive um tempo fora, devido à problemas acadêmicos, mas agora estou de volta com força total.
Comento hoje o jogaço entre Estudiantes de la Plata e Internacional de Porto Alegre, que aconteceu na Argentina. 1º jogo da finalíssima da Copa Sulamericana.
Nos primeiros 15 minutos de jogo, os portenhos tentavam de todas as formas furar a forte retranca gaúcha, mas não obtiveram êxito. Com a expulsão de Guiñazú, aos 24 minutos do 1º tempo, tudo parecia conspirar à favor dos hermanos. Ledo engano. A partir daí, os comandados do técnico Tite começaram a evoluir na partida e os contra-ataques puxados por Nilmar e Alex causavam estragos na defesa argentina.
Até que aos 30 minutos, num contra golpe mortal, Nilmar foi derrubado na área. O juiz Carlos Amarilla marcou pênalti. Alex cobrou com paradinha, fez o gol, mas o árbitro mandou voltar, alegando invasão da área por parte de jogadores colorados. Nova cobrança, agora sem invasão e gol do Inter.
A partir daí, até o fim do jogo, foi um verdadeiro "Deus nos acuda", com a equipe argentina pressionando, seja com bolas aéreas ou chutes de fora da área, mas a defesa do Internacional continuava intacta e demonstrando muita raça. Além disso, os argentinos sucumbiram ao cansaço físico e mental ao enfrentar uma defesa impenetrável e dotada de um vigor físico invejável.
O segundo jogo será na quarta-feira da semana que vem, no estádio do Beira-Rio, em Porto Alegre, casa gaúcha de muitas tradições e conquistas. No caso de empate por qualquer placar, o título será colorado. Vitória por 1 X 0 dos argentinos, o título será decidido em cobranças de penaltis. E vitória por mais de um gol de diferença à favor dos hermanos, a taça será deles.
A conquista da Copa Sulamericana poderá ser um título inédito tanto para o Internacional quanto para o futebol brasileiro. Força Colorados !
quinta-feira, 27 de novembro de 2008
sábado, 8 de novembro de 2008
Campeonato Brasileiro - Vasco 1 X 0 Santos
Queridos amigos, acabo de assistir a mais um jogo emocionante deste Campeonato Brasileiro 2009. Vasco e Santos fizeram, em São Januário, um jogo cheio de alternativas, mesmo tendo objetivos semelhantes nessa reta final. O Santos buscava apenas chegar na zona de conforto e matematicamente afastar qualquer possibilidade de rebaixamento, enquanto que o Vasco está lutando para sair da zona da degola.
No 1º tempo, a equipe cruzmaltina partiu pra cima do peixe, obrigando o goleiro Fábio Costa a fazer duas defesas difíceis e manter o zero a zero no placar. Leandro Amaral e Alex Teixeira eram as válvulas de escape vascaínas, enquanto que o baixinho Madson tinha a tarefa de ser o maestro dessa equipe, que por muitas vezes se mostrava nervosa e ansiosa em definir logo a partida.
Enquanto isso, no decorrer da partida, o placar eletrônico de São Janú informava os resultados dos outros jogos deste sábado. Gol do São Paulo contra a Portuguesa no Canindé, alegria nas arquibancadas cariocas, pois a Lusa paulista é adversária direta do bacalhau na zona da morte. Gol do Atlético-PR contra o Figueirense no Orlando Scarpeli, um misto de apreensão e alívio contagia os torcedores vascaínos, porque ambos também lutam contra o Vasco no fim da tabela e os catarinenses vão perdendo o jogo e o fôlego no fim do campeonato.
Chega o 2º tempo e as equipes trocam de uniforme. O Vasco, que iniciou o jogo de branco, agora está de preto. O Santos, por sua vez, deixou no vestiário a camisa listrada, e continua a partida com o uniforme que encantou o mundo na década de 60, todo de branco. Mas o futebol permanece igual ao 1º tempo, com as duas equipes nervosas em campo, criando chances de gol, mas pecando nas conclusões.
Até que, enfim, o craque maior da Colina entra em campo. Edmundo é ovacionado pelo torcedores, que entoando o coro "Ah! É Edmundo!", clamavam por sua entrada na partida desde o intervalo. Ele entra no lugar de Odvan, que vinha tendo ótima atuação. Assim, o Vasco deixa o esquema 3-6-1 e parte para o 4-4-2.
O tempo foi passando e aos 30 minutos, quando o Santos vinha melhor no jogo, acontece o lance capital da partida. Tabela entre Jonílson, Leandro Amaral e Edmundo, que devolve a bola para o volante vascaíno ser derrubado na área pelo colombiano Molina. Penalti que o juiz titubeou, mas marcou em favor do Vasco da Gama. Reclamação geral dos jogadores do Santos, mas não tinha jeito. A bola já estava na marca da cal.
Edmundo pega a bola e chama a responsabilidade para si. Devido ao histórico de penaltis decisivos perdidos pelo Animal, muitos torcedores devem ter ficado apreensivos. Mas dessa vez foi diferente. Deslocando o goleiro com classe e categoria, Edmundo mexia no placar e dava números finais ao jogo. Mesmo com o Santos pressionando até o fim, o resultado não mudou, graças também a excelente atuação do goleiro vascaíno Rafael, que foi obrigado a salvar o time com duas defesas sensacionais, utilizando de puro reflexo e adquirindo cada vez mais a confiança da torcida.
Ao final da partida, a torcida fez, mais uma vez, uma festa de arromba e se encheu de esperança com a situação do time no decorrer da competição. Além disso, a equipe cruzmaltina, pelo menos essa noite, dorme fora da zona de rebaixamento.
No 1º tempo, a equipe cruzmaltina partiu pra cima do peixe, obrigando o goleiro Fábio Costa a fazer duas defesas difíceis e manter o zero a zero no placar. Leandro Amaral e Alex Teixeira eram as válvulas de escape vascaínas, enquanto que o baixinho Madson tinha a tarefa de ser o maestro dessa equipe, que por muitas vezes se mostrava nervosa e ansiosa em definir logo a partida.
Enquanto isso, no decorrer da partida, o placar eletrônico de São Janú informava os resultados dos outros jogos deste sábado. Gol do São Paulo contra a Portuguesa no Canindé, alegria nas arquibancadas cariocas, pois a Lusa paulista é adversária direta do bacalhau na zona da morte. Gol do Atlético-PR contra o Figueirense no Orlando Scarpeli, um misto de apreensão e alívio contagia os torcedores vascaínos, porque ambos também lutam contra o Vasco no fim da tabela e os catarinenses vão perdendo o jogo e o fôlego no fim do campeonato.
Chega o 2º tempo e as equipes trocam de uniforme. O Vasco, que iniciou o jogo de branco, agora está de preto. O Santos, por sua vez, deixou no vestiário a camisa listrada, e continua a partida com o uniforme que encantou o mundo na década de 60, todo de branco. Mas o futebol permanece igual ao 1º tempo, com as duas equipes nervosas em campo, criando chances de gol, mas pecando nas conclusões.
Até que, enfim, o craque maior da Colina entra em campo. Edmundo é ovacionado pelo torcedores, que entoando o coro "Ah! É Edmundo!", clamavam por sua entrada na partida desde o intervalo. Ele entra no lugar de Odvan, que vinha tendo ótima atuação. Assim, o Vasco deixa o esquema 3-6-1 e parte para o 4-4-2.
O tempo foi passando e aos 30 minutos, quando o Santos vinha melhor no jogo, acontece o lance capital da partida. Tabela entre Jonílson, Leandro Amaral e Edmundo, que devolve a bola para o volante vascaíno ser derrubado na área pelo colombiano Molina. Penalti que o juiz titubeou, mas marcou em favor do Vasco da Gama. Reclamação geral dos jogadores do Santos, mas não tinha jeito. A bola já estava na marca da cal.
Edmundo pega a bola e chama a responsabilidade para si. Devido ao histórico de penaltis decisivos perdidos pelo Animal, muitos torcedores devem ter ficado apreensivos. Mas dessa vez foi diferente. Deslocando o goleiro com classe e categoria, Edmundo mexia no placar e dava números finais ao jogo. Mesmo com o Santos pressionando até o fim, o resultado não mudou, graças também a excelente atuação do goleiro vascaíno Rafael, que foi obrigado a salvar o time com duas defesas sensacionais, utilizando de puro reflexo e adquirindo cada vez mais a confiança da torcida.
Ao final da partida, a torcida fez, mais uma vez, uma festa de arromba e se encheu de esperança com a situação do time no decorrer da competição. Além disso, a equipe cruzmaltina, pelo menos essa noite, dorme fora da zona de rebaixamento.
sexta-feira, 7 de novembro de 2008
Copa do Brasil X Copa Sulamericana
Assistindo ao descaso de algumas equipes em relação à reta final do Campeonato Brasileiro, tenho uma indagação a fazer, caros amigos. Será que a Copa Sulamericana vale tanto à pena?
Vejamos alguns fatos pertinentes à respeito da Copa Sulamericana.
1º - Essa copa ainda possui um regulamento confuso. O acesso a essa competição não é padronizado, como a Taça Libertadores. Por exemplo: Boca Juniors e River Plate tem vaga cativa na competição, enquanto que os times brasileiros passam por uma eliminatória caseira;
2º - Sua premiação ainda está engatinhando, em comparação à Libertadores;
3º - A Sulamericana é sucessora de outras competições mais bem sucedidas, como a Supercopa dos Campeões da Libertadores e a Copa Mercosul;
4º - Numa questão de equivalência, podemos compará-la à Copa da Uefa, o que seria uma competição continental de segunda categoria, onde não deveriam entrar campeões nacionais.
Observando que a CBF está tentando adequar o calendário e o formato de disputa do Campeonato Brasileiro aos padrões europeus, chego a mais um questionamento: Por que a Copa do Brasil concede ao vencedor uma vaga à Libertadores e não à Sulamericana?
Vejam só. Muitos dos países filiados a FIFA possui suas copas nacionais. Temos como exemplos conhecidos a Copa do Rei (Espanha), Copa de Portugal, FA Cup (Inglaterra), Copa Chile e a nossa Copa do Brasil. São competições tradicionais que proporcionam embates jamais imagináveis e o surgimento dos "matadores de gigantes", onde equipes da primeira divisão medem forças com times da quarta, quinta ou até oitava divisão (caso da Inglaterra). Se seguirmos o exemplo inglês, a FA Cup dará vaga para a... COPA UEFA!
Por esses fatores, expresso minha opinião contrária à "premiação" da Copa do Brasil ser uma vaga na Taça Libertadores da América. Deveria ser uma vaga na Copa Sulamericana.
Teremos mais um exemplo clássico de "matador de gigante" em 2009, igual ao Paulista de Jundiaí, Santo André, Juventude e Criciúma. Ou será que alguém acha que o Club Sport do Recife vai longe na Libertadores do ano que vem?
Vejamos alguns fatos pertinentes à respeito da Copa Sulamericana.
1º - Essa copa ainda possui um regulamento confuso. O acesso a essa competição não é padronizado, como a Taça Libertadores. Por exemplo: Boca Juniors e River Plate tem vaga cativa na competição, enquanto que os times brasileiros passam por uma eliminatória caseira;
2º - Sua premiação ainda está engatinhando, em comparação à Libertadores;
3º - A Sulamericana é sucessora de outras competições mais bem sucedidas, como a Supercopa dos Campeões da Libertadores e a Copa Mercosul;
4º - Numa questão de equivalência, podemos compará-la à Copa da Uefa, o que seria uma competição continental de segunda categoria, onde não deveriam entrar campeões nacionais.
Observando que a CBF está tentando adequar o calendário e o formato de disputa do Campeonato Brasileiro aos padrões europeus, chego a mais um questionamento: Por que a Copa do Brasil concede ao vencedor uma vaga à Libertadores e não à Sulamericana?
Vejam só. Muitos dos países filiados a FIFA possui suas copas nacionais. Temos como exemplos conhecidos a Copa do Rei (Espanha), Copa de Portugal, FA Cup (Inglaterra), Copa Chile e a nossa Copa do Brasil. São competições tradicionais que proporcionam embates jamais imagináveis e o surgimento dos "matadores de gigantes", onde equipes da primeira divisão medem forças com times da quarta, quinta ou até oitava divisão (caso da Inglaterra). Se seguirmos o exemplo inglês, a FA Cup dará vaga para a... COPA UEFA!
Por esses fatores, expresso minha opinião contrária à "premiação" da Copa do Brasil ser uma vaga na Taça Libertadores da América. Deveria ser uma vaga na Copa Sulamericana.
Teremos mais um exemplo clássico de "matador de gigante" em 2009, igual ao Paulista de Jundiaí, Santo André, Juventude e Criciúma. Ou será que alguém acha que o Club Sport do Recife vai longe na Libertadores do ano que vem?
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
Participem das Transmissões Ao Vivo
Amigos, venho expressar minha alegria em poder mais uma vez ter meu nome citado em um programa de televisão. No informativo "Pontapé Inicial", da ESPN Brasil (canal 70 da SKY), o assunto do dia era "Cinema e esporte". Logo no início do programa, o apresentador Eduardo Monsanto, pediu aos telespectadores que elaborassem uma lista com filmes que eram sobre esportes ou que tivessem o esporte como pano de fundo e a mandassem para o blog do programa. Logo mandei uma lista e para a minha surpresa, a mesma foi citada ao vivo. Fiquei muito feliz por esta participação virtual.
Ao longo do programa, o apresentador e seus convidados debatiam sobre o tema proposto e sempre alertavam: Quem estiver participando com mensagens no nosso blog, estará concorrendo à prêmios no final do programa. Fiquei atento a essa mensagem, mas não muito crente, pois como já tinham falado meu nome ao vivo para o Brasil inteiro, já estava de bom tamanho.
No final do programa, estava aguardando com muita expectativa o anúncio dos contemplados. quando anunciaram que o ganhador do livro "Cinema e Futebol no Brasil" foi para um rapaz de São Paulo, me senti resignado, pois não acreditava muito em prêmios televisivos.
Mas como num passe de mágica, meu nome foi anunciado como o ganhador de um livro do Rui Barbosa. Me senti recebendo um prêmio de consolação, mas analisando melhor, esse livro, que por sinal nem sei o nome, será de grande valor intelectual na minha caminhada jornalística.
Aguardo ansiosamente a chegada do livro. Quando ele chegar, se chegar, contarei aqui no blog.
Abraços à todos.
Ao longo do programa, o apresentador e seus convidados debatiam sobre o tema proposto e sempre alertavam: Quem estiver participando com mensagens no nosso blog, estará concorrendo à prêmios no final do programa. Fiquei atento a essa mensagem, mas não muito crente, pois como já tinham falado meu nome ao vivo para o Brasil inteiro, já estava de bom tamanho.
No final do programa, estava aguardando com muita expectativa o anúncio dos contemplados. quando anunciaram que o ganhador do livro "Cinema e Futebol no Brasil" foi para um rapaz de São Paulo, me senti resignado, pois não acreditava muito em prêmios televisivos.
Mas como num passe de mágica, meu nome foi anunciado como o ganhador de um livro do Rui Barbosa. Me senti recebendo um prêmio de consolação, mas analisando melhor, esse livro, que por sinal nem sei o nome, será de grande valor intelectual na minha caminhada jornalística.
Aguardo ansiosamente a chegada do livro. Quando ele chegar, se chegar, contarei aqui no blog.
Abraços à todos.
Assinar:
Postagens (Atom)


