domingo, 25 de janeiro de 2009
Elogios ao Árbitro
A primeira rodada do Campeonato Paulista já produziu, além de belos lances e gols de oportunismo, uma situação até certo ponto inusitada e incomum no cenário futebolístico brasileiro.
Num cenário onde as câmeras colocam no mesmo nível erros humanamente possíveis e equívocos grosseiros na arbitragem, a atitude do jogador Rafael Fefo, do Guarani, foi louvável.
Num determinado momento do segundo tempo do jogo Guarani X Portuguesa, realizado no estádio Brinco de Ouro da Princesa, em Campinas, os jogadores Rafael Fefo, do Bugre campineiro e Fellype Gabriel, da Lusa, disputaram uma bola no alto e ambos caíram. O jogador alviverde levantou-se primeiro e desferiu um chute na bola que acertou o jogador da Portuguesa e saiu de campo.
O árbitro Cléber Wellington Abade, interpretou como um lance de força desproporcional do jogador campineiro e que poderia comprometer a integridade física do atleta luso. E ainda puniu o jogador com cartão amarelo.
Ao final da partida, o jogador Rafael Fefo foi indagado por um repórter sobre a atitude do árbitro em relação ao lance em questão e o mesmo foi enfático: "Concordo com a decisão dele. Realmente eu me excedi e não devia ter cometido o que fiz."
Porque será que ninguém do jornalismo esportivo especializado sequer fez menção em elogiar essa atitude do juiz do espetáculo?
Talvez já estejam tão acostumados a colocá-los num patamar tão baixo, que situações como essa chegam a passar batidas. Mas vale à pena ressaltar que não foi um comentarista que fez o elogio e sim o jogador que participou ativamente do fato descrito acima.
Bela atitude, tanto do árbitro quanto do atleta. É um comportamento desse tipo que pode ajudar a elevar o nível do espetáculo mais visto no mundo, o futebol.
Num cenário onde as câmeras colocam no mesmo nível erros humanamente possíveis e equívocos grosseiros na arbitragem, a atitude do jogador Rafael Fefo, do Guarani, foi louvável.
Num determinado momento do segundo tempo do jogo Guarani X Portuguesa, realizado no estádio Brinco de Ouro da Princesa, em Campinas, os jogadores Rafael Fefo, do Bugre campineiro e Fellype Gabriel, da Lusa, disputaram uma bola no alto e ambos caíram. O jogador alviverde levantou-se primeiro e desferiu um chute na bola que acertou o jogador da Portuguesa e saiu de campo.
O árbitro Cléber Wellington Abade, interpretou como um lance de força desproporcional do jogador campineiro e que poderia comprometer a integridade física do atleta luso. E ainda puniu o jogador com cartão amarelo.
Ao final da partida, o jogador Rafael Fefo foi indagado por um repórter sobre a atitude do árbitro em relação ao lance em questão e o mesmo foi enfático: "Concordo com a decisão dele. Realmente eu me excedi e não devia ter cometido o que fiz."
Porque será que ninguém do jornalismo esportivo especializado sequer fez menção em elogiar essa atitude do juiz do espetáculo?
Talvez já estejam tão acostumados a colocá-los num patamar tão baixo, que situações como essa chegam a passar batidas. Mas vale à pena ressaltar que não foi um comentarista que fez o elogio e sim o jogador que participou ativamente do fato descrito acima.
Bela atitude, tanto do árbitro quanto do atleta. É um comportamento desse tipo que pode ajudar a elevar o nível do espetáculo mais visto no mundo, o futebol.
terça-feira, 20 de janeiro de 2009
Erros de Português?
Hoje ao assistir uma reportagem sobre o Botafogo no programa Bate-Bola da ESPN Brasil, pude observar e me espantar como até alguns técnicos de futebol estão no mesmo nível intelectual de muitos jogadores do esporte bretão.
Quando o repórter Rubens Pozzi fez uma pergunta ao técnico do botafogo, Ney Franco, o mesmo enquanto respondia, soltou essa: "... a gente estamos ...". (O certo seria "nós estamos").
Fala sério né gente, acho que pelo menos os técnicos deveriam se policiar para não cometer gafes como essa e manchar ainda mais a profissão. Além disso, se o comandante não souber se expressar, como os comandados seguirão as instruções à risca. (Talvez seja por isso que muitos jogadores desobedecem os técnicos em campo).
Geralmente são os jogadores que, infelizmente, tem essa fama de serem, digamos assim "limitados" intelectualmente e até fogem das entrevistas para não cometer nenhum erro.
Mas temos algumas excessões, como o goleiro Rogério Ceni do São Paulo, o atacante Alan Kardec do Vasco e mais alguns jogadores mais abastados quando o assunto é eloquência verbal. (Vejam algumas entrevistas deles e tirem suas conclusões).
Abraços
Quando o repórter Rubens Pozzi fez uma pergunta ao técnico do botafogo, Ney Franco, o mesmo enquanto respondia, soltou essa: "... a gente estamos ...". (O certo seria "nós estamos").
Fala sério né gente, acho que pelo menos os técnicos deveriam se policiar para não cometer gafes como essa e manchar ainda mais a profissão. Além disso, se o comandante não souber se expressar, como os comandados seguirão as instruções à risca. (Talvez seja por isso que muitos jogadores desobedecem os técnicos em campo).
Geralmente são os jogadores que, infelizmente, tem essa fama de serem, digamos assim "limitados" intelectualmente e até fogem das entrevistas para não cometer nenhum erro.
Mas temos algumas excessões, como o goleiro Rogério Ceni do São Paulo, o atacante Alan Kardec do Vasco e mais alguns jogadores mais abastados quando o assunto é eloquência verbal. (Vejam algumas entrevistas deles e tirem suas conclusões).
Abraços
sexta-feira, 2 de janeiro de 2009
ANO NOVO ESPORTIVO
É isso aí, minha gente. O reveillón já passou, a comida acabou, a bebida secou e o mundo continua girando. Vida que segue, são muitas as expectativas que movimentam o futebol no Brasil e no mundo. E muitas incógnitas também.
Será que o Amauri(Juventus-ITA) vai jogar na seleção brasileira ou na italiana?
Qual será o próximo jogador brasileiro que irá jogar na Europa? Ou no Qatar?
Dunga ainda será o técnico da seleção brasileira no final de 2009?
E as transferências internas? Qualclube brasileiro irá se reforçar melhor para a temporada que se inicia?
São muita dúvidas na cabeça do torcedor, mas uma certeza: esse ano haverá muita bola na rede, com jogadas maravilhosas e lances de craque. Claro que também haverão as famosas "pixotadas", mas o futebol não vive sem esses contrastes que abrilhantam cada vez mais o nosso esporte bretão.
2008 já passou e o último que sair apague a luz.
Será que o Amauri(Juventus-ITA) vai jogar na seleção brasileira ou na italiana?
Qual será o próximo jogador brasileiro que irá jogar na Europa? Ou no Qatar?
Dunga ainda será o técnico da seleção brasileira no final de 2009?
E as transferências internas? Qualclube brasileiro irá se reforçar melhor para a temporada que se inicia?
São muita dúvidas na cabeça do torcedor, mas uma certeza: esse ano haverá muita bola na rede, com jogadas maravilhosas e lances de craque. Claro que também haverão as famosas "pixotadas", mas o futebol não vive sem esses contrastes que abrilhantam cada vez mais o nosso esporte bretão.
2008 já passou e o último que sair apague a luz.
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